O Espaço Cultural Raul Seixas, no Sindicato dos Bancários, apresenta neste sábado (27), a partir das 16h, uma festa punk com as bandas Ato Cinco e Combat Rock (The Clash cover).
A Ato Cinco é uma clássica banda de punk rock da cena soteropolitana, enquanto que a Combat Rock é formada por outras figuras carimbadas como
David Roth (ex-Espírito de Porco, ex-Coveiros do Cover) na voz; Karl
Franz Hummel (Camisa de Vênus, ex Persona Non Grata) na guitarra; Cadinho Almeida (Cascadura, The Poor Boys, ex-Camisa de Vênus)
no baixo e voz; João Flores (ex 14ºAndar, ex-Coveiros do Cover) na
bateria e André Ramos (ex Via Sacra, ex Persona Non Grata, The Poor
Boys) na guitarra e voz.
Serviço:
O que: Show de Punk Rock
Quem: Combat Rock (The Clash Cover) & Ato Cinco
Onde: Espaço Cultural Raul Seixas (Sindicato dos Bancários)
Quando: Dia 27.09 (Sábado) às 16h
Quanto: R$15
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
DIVULGA’SOM: Madá Rock Festival
Madá Rock Festival é nome do som marcado para acontecer no dia 19 de
julho (sábado) no Calabetão, bairro nas proximidades da Estação Pirajá.
Contando com bandas de diversos estilos, que vão do rock alternativo ao crossover, o evento
dá continuidade ao histórico de sons alternativos que rolam naquela localidade.
Rua Belarmino Barreto, 10 – Calabetão – Dia 19 de julho, a partir das 17h
segunda-feira, 30 de junho de 2014
DIVULGA'SOM: 15 Anos Estopim Records
Com as bandas:
-LUMPEN
-ADCIONAL
-A SANGUE FRIO
-MAIS TRETA
-TRISTE FIM DE ROSILENE
-VERSUS2
-SEM ACORDO
Data: 02/08/2014
Local: Irish Pub- Rio Vermelho- Salvador-BA
Horário: 21h
Ingressos: R$15 - Disponíveis a partir do dia 03/07, na Loja Afreeka (Shop Colonial - Loja 15 - Barris -
em frente a Biblioteca Central- 71 3018-1841).
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
DIVULGA'SOM: C.G.F.C. Arranca Canela
Tudo começou de forma bem despretensiosa com uns malucos de bandas insanas que resolveram jogar uma peladinha nas manhãs de domingo e depois tomar umas diante da orla de Salvador. Aproveitando o clima pré-Copa do Mundo que se instala neste país escroto e injusto, esse bonde do barulho resolveu promover nas quadras de esporte da Boca do Hell, o som "Crust Grind Futebol Clube Arranca Canela", com as bandas Unkilled (Thrash/Crossover), Asco (Grind), Canelada HC (Hardcore/Crossover) e Orelha Seca (Punk/D-Beat).
DATA: 18 de maio (Domingo). O baba tem início às 9h, e o som começa a partir das 13h.
De grátis!
#COPAMINHAPIROCA
Hippies Not Dead & Garrafa Vazia (Split/2013)
Esse
split contando com as bandas Garrafa Vazia & Hippies Not Dead, ambas
do interior de São Paulo, foi lançado no final do ano passado e por
questão do habitual retardo mental desse escriba só agora recebe um post
neste blog com teias de aranha.
Pra não tirar o tesão de ouvir o som, posso adiantar que o Hippies Not Dead segue uma linha mais pesadona Death/Crust; enquanto que a
Garrafa Vazia executa um punk rock dançante com umas letras bem
humoradas meio no sense. Lembrando que as bandas são bem atuantes e
estão sempre lançando materiais fortalecendo o movimento underground.
Hippies not Dead
1- Conflito de Egos
2- Panos Quentes
3- Não sou exemplo
4- Nada é suficiente
5- Cirrose (Garrafa Vazia Cover)
Garrafa Vazia
6- Meio Marmitex
2- Panos Quentes
3- Não sou exemplo
4- Nada é suficiente
5- Cirrose (Garrafa Vazia Cover)
Garrafa Vazia
6- Meio Marmitex
7- Toscão
8- Não atenda o celular
9- Risólis Voador
10- V de Vitória
11- Toca uma pra mim (Hippies not Dead Cover)
Contatos e mais informações:
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Sem Acordo na 1ª Verdurada Salvador (2000)
Sem Acordo - I Verdurada Salvador
Lá pelo final dos anos 90, em uma edição do diário Telefanzine, o apresentador (Ednílson Sacramento) anuncia a criação de um selo em Salvador especializado em punk rock e hardcore. O selo era o Estopim, que mais tarde se tornaria loja de cd’s/camisetas e estúdio. A partir do selo, tocado por um jovem straight edge chamado Fabiano, o cenário punk da terra do axé sofreu várias transformações e foi inundado por uma diversidade sobrenatural de produções deste estilo.
Na verdade, esta vasta história merece um capítulo em especial que em alguma oportunidade será contada como forma de registrar uma época frutífera que serviu como divisor de águas em relação ao que era feito antes e depois da cena straight edge nesta nefasta cidade.
Na verdade, esta vasta história merece um capítulo em especial que em alguma oportunidade será contada como forma de registrar uma época frutífera que serviu como divisor de águas em relação ao que era feito antes e depois da cena straight edge nesta nefasta cidade.
Esta
pequena introdução surgiu como forma de contextualizar esta postagem. Há pouco
tempo, o não tão jovem Fabiano Passos resolveu revirar seu acervo pessoal e
acabou encontrando ótimos registros daquela época. O primeiro da lista resultou
em postagem para o YouTube em que mostra à apresentação da extinta banda SemAcordo (grupo que Fabiano integrou tocando guitarra – como registrado no vídeo),
na I Verdurada local, em outubro de 2000, no antigo e efervescente Ex-Passo Cultural.
O registro mostra uma fase visceral do grupo que mais tarde se tornaria na nacionalmente conhecida Lumpen. Vi o vídeo um dia desses e achei que seria legal compartilhar aqui no FDP. A baixa qualidade do vídeo é por motivos óbvios: tempo de vida, fita, iluminação... etc. Mas creio que o que vale mesmo é registrar a apresentação de um dos grupos mais intensos que o espírito do hardcore baiano gerou.
No evento: discursos certeiros, intervenções poéticas e música punk sem acordo com a hipocrisia social.
Sem Acordo no vídeo é: Robson Véio no vocal, Fabiano na guitarra, Rangel Blequimobiu no baixo e João Paulo na bateria.
O registro mostra uma fase visceral do grupo que mais tarde se tornaria na nacionalmente conhecida Lumpen. Vi o vídeo um dia desses e achei que seria legal compartilhar aqui no FDP. A baixa qualidade do vídeo é por motivos óbvios: tempo de vida, fita, iluminação... etc. Mas creio que o que vale mesmo é registrar a apresentação de um dos grupos mais intensos que o espírito do hardcore baiano gerou.
No evento: discursos certeiros, intervenções poéticas e música punk sem acordo com a hipocrisia social.
Sem Acordo no vídeo é: Robson Véio no vocal, Fabiano na guitarra, Rangel Blequimobiu no baixo e João Paulo na bateria.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Documentário - Rock do Subúrbio
Inquietamente anárquico, o poeta, músico e agora documentarista, CR Mosca, brinda os que se interessam pela história da cultura alternativa da terra do dendê com mais uma produção independente e instigante. Nesse novo empreendimento, Mosca "despretensiosamente" apresenta o vídeo-documentário Rock do Subúrbio, a saga das bandas Revolta Suburbana, Quatro Elementos e AI-5, do bairro de São Caetano.
Rock do Subúrbio - Abertura
Rock do Subúrbio - Primeira parte
CONTINUA...
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Malaco Véio – Revolucionando o cotidiano
A Malaco Véio é uma banda
lá de Ribeira do Pombal, cerca de 300 km da capital baiana. O power-trio
executa um punk rock/hardcore com fortes influências dos grupos dos anos 80.
Considerada pioneira na cena rock da cidade, a Malaco Véio extermina o marasmo
do interior do estado com a criatividade e a atitude punk.
Em 2002, lançaram um
CD-Demo com 8 canções que externavam críticas político-sociais e os
anseios humanísticos dos componentes. Já em 2008, foi registrada a apresentação
na 5ª edição do Festival Eventual Rock, e em 2011, lançaram o CD “Ao Vivo no
Punk Caverna”, registro de uma sessão de ensaio. Consta ainda no currículo
da MV, a participação nas coletâneas virtuais “Saindo do Ócio” e “Incomodando”,
ambas de 2010, e “Punkhardcorecrust”, de 2011.
Ao longo do tempo se
apresentaram em vários festivais da região, destaque para o Boicote Rock
(Serrinha), Feira Rock Festival (Feira de Santana), Zé Rock (Teofilândia), além
do já citado Eventual Rock (Ribeira do Pombal). Além de tocar, os integrantes
costumam organizar e produzir eventos na cidade como o Sexta HC e o Pombal Rock
Express Festival.
Assim, a Malaco Véio vai
“revolucionando o cotidiano com resistência e ousadia”, como definem sua
trajetória.
Malaco Véio é: Ricardo
(Vc/ Bx), Marco (Gt) e Juninho (Bt).
Para ouvir: Malaco Véio no Myspace
Contato: Facebook
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
IMPRESSÕES SOBRE: Incubadora Sonora em Periperi
| FDP/Incubadora Sonora |
Já
faz um tempo que o blog não cobre eventos pelos picos das periferias de
Soterópolis. Não por falta de vontade, mas os afazeres do cotidiano é que estão
consumindo o andamento deste veículo de proletariado (Isso não é uma justificativa, acho).
No
domingo (28), resolvi dar um pulinho no vizinho bairro de Periperi, mas
precisamente no restaurante Bonapettit, para acompanhar a edição local do
projeto Incubadora Sonora. O projeto, financiado via edital, movimentou a
cidade nos últimos meses com processo de escolha de bandas oriundas das
periferias locais.
Assim,
as apresentações, ocorridas no mês de julho, passaram por vários bairros
mostrando o trabalho de grupos novos e outros já rodados. Exemplo disso foi o
casting apresentado em Periperi: Irmão Carlos e O Catado, completando dez anos,
e a banda local O Terreiro.
| FDP/Irmão Carlos & O Catado |
Os sons
Marcado
para começar às 14h, o som foi rolar mesmo lá pelas 15h30, mas tudo bem, como
uma das atrações previstas (Alexandra Pessoa) não se apresentou, perdoa-se. Os
primeiros sinais sonoros da tarde foram do soul - mezzo rock - do Irmão Carlos
e O Catado. Muito suingue com letras inteligentes que em alguns momentos remetiam
ao ex-Titã, Arnaldo Antunes e o saudoso Itamar Assumpção – espero não ter
viajado demais na livre associação. Som super bacana de uma banda que completa
dez anos com muita competência. Destaque para as releituras de Sossego, de Tim
Maia, e Um Lugar do Caralho, dos gaúchos da Júpiter Maçã, com a participação
nos vocais de Rodrigo Chagas, dos Honkers.
| FDP/O Terreiro |
Após
o show do Irmão, foi a vez de ser apresentado à musicalidade da banda O
Terreiro. Massa o clima que tomou conta do espaço. Os rapazes são de casa e a
galera tava jogando junto. O grupo faz uma mistureba sonora que vai do ijexá ao
rock, passando pelo reggae e soul – mas o tom maior mesmo vinha da percussão fazendo
forte referência aos terreiros de candomblé. Musicas dançantes e cantantes,
tendo como adorno os vocais de fundo da plateia. Impossível não associar O
Terreiro com os cariocas d’O Rappa. E essa impressão ficou maior quando tocaram
Meu Mundo é o Barro, de Falcão & Cia. Mesmo assim, ainda achei a proposta
neo ijexá interessante.
| FDP/Público |
O
projeto Incubadora Sonora 2013 acabou no domingo (4), edição de aniversário do
Irmão Carlos e O Catado, lá no Marback, onde costumam deixar Faustão Falando Sozinho. E que assim seja por
muito mais tempo.
terça-feira, 30 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Sessão do Descarrego: ARQUIVO MORTO
A Arquivo
Morto é uma banda de música ligeira lá da periferia de Paulista, Região
Metropolitana de Recife, Pernambuco. O som é um hardcore rápido e tosco com
influências que vão do Grind ao Crustcore com aquele jeitão Power-violence de ser, ou
seja, coisas pra quem quer dormir na santa paz. A banda foi formada em 2001 e
apesar de tentar incluir outros integrantes, consolidou-se como um power-trio.
O grupo busca sonorizar os problemas do cotidiano periférico como forma de
escapar de uma rotina que impulsiona ao marasmo, e consegue passar o
sentimento de forma clara (e ruidosa) na demo ‘Falsa Democracia’, de 2007, orgulhosamente
disponível nesta Sessão do Descarrego.
Arquivo Morto é: Guill (guitarra e
vocais), Júlio (baixo) e Whent (bateria).
Pra quem curte sonoridade rápida, direta, suja e agressiva...
sábado, 11 de maio de 2013
Sessão do Descarrego: Banda ALUGA-SE
O dia em que a terra parou num Woodstock suburbano
Esses
dias estava lembrando da banda Aluga-se e do seu belíssimo serviço prestado
para o rock'in roll local. Consultei meu caixote de discos e descobri que não tinha o
registro da banda, mas com a ajuda do amigo Marcos ‘Túmulo’ consegui uma cópia.
A bolacha contém as composições que embalaram shows históricos desta, que
muitos acreditam ser a melhor em covers do ‘Maluco Beleza’. Quando digo shows
históricos, me refiro às performáticas apresentações no Palco do Rock e dos inúmeros
shows pelo interior do estado, gentilmente relatados pelos amigos e
ex-integrantes da banda, Antônio (Pimpão) e Sinho (Cara de Pino).
Apesar
do reconhecimento e da bagagem que a Aluga-se adquiriu com o passar dos anos, a
apresentação mais marcante pra mim e para outros foi uma
acontecida em, sei lá, acho que em 96 ou 97. Era um som armado na casa de Dejanilson (guitarra e vocal da banda), ainda em Paripe, num chuvoso sábado à noite. A
chuva deu um toque de Woodstock suburbano e o som armado entre quintais, varais e lama rendeu momentos hilários com um ébrio (Tota, sempre ele) querendo
roubar à cena. Sob a ameaça eminente de choques, por conta da combinação água e aparelhagem, o repertório foi composto por clássicos de Raul Seixas e as primeiras músicas
autorais de Deja & Cia. Além de convidados e familiares, estavam presentes as bandas: Êxtase (tempos depois, Led faria parte da Aluga-se), Hímen Complacente e D'Fezes.
Infelizmente não consegui o título das canções. Mas, deixa de ser chato e...
Infelizmente não consegui o título das canções. Mas, deixa de ser chato e...
sexta-feira, 10 de maio de 2013
DIVULGASOM: Crust Or Die apresenta Gig Punk
O coletivo Crust Or Die e o Denis Bar mais uma vez unem as forças para proporcionar momentos intensos do resistente movimento punk de Salvador e Simões Filho. A próxima gig punk no local reunirá as bandas: Rancor, Agnósia, Sbórnia Social, Orelha Seca e a veterana Neurastenia.
Formada no início dos anos 90, a Neurastenia é uma principais bandas vinculadas ao Movimento Anarco Punk (MAP) de Salvador. Hardcore oitentista com forte discurso político e social.
“Reagrupar amigos, simpatizantes do som e recolocar na ordem do dia a necessidade de se posicionar diante das relações sociais e as novas formas de dominação e desigualdades na conjuntura atual”, sintetizou o vocalista Grito sobre a intenção do encontro. A última apresentação da Neurastenia foi em 2010, no giro do grupo venezuelano Amordazados.
CRUST OR DIE apresenta GIG PUNK
Neurastenia
Rancor
Orelha Seca
Sbórnia Social
Agnósia
__________________________________
Denis Bar - Pitanguinha - Simões Filho
01 de Junho de 2013 / 16h
R$: 6,00
“Reagrupar amigos, simpatizantes do som e recolocar na ordem do dia a necessidade de se posicionar diante das relações sociais e as novas formas de dominação e desigualdades na conjuntura atual”, sintetizou o vocalista Grito sobre a intenção do encontro. A última apresentação da Neurastenia foi em 2010, no giro do grupo venezuelano Amordazados.
CRUST OR DIE apresenta GIG PUNK
Neurastenia
Rancor
Orelha Seca
Sbórnia Social
Agnósia
__________________________________
Denis Bar - Pitanguinha - Simões Filho
01 de Junho de 2013 / 16h
R$: 6,00
Marcadores:
Agnósia,
Neurastenia,
Orelha Seca,
Rancor,
Sbórnia Social
domingo, 28 de abril de 2013
Entrevista: George Porciuncula - Estúdio31
Fruto de um sonho
antigo, o Estúdio31 é o mais novo espaço de apoio para bandas de todas as
vertentes musicais do Subúrbio. Bati um papo com George, o realizador desse sonho, pra ele expressar
o significado desse empreendimento feito com muito suor e amor à música.
![]() |
| Divulgação |
Fanzine Digital Periférico - Quando surgiu a ideia de montar o
estúdio? E o que te motivou?
George
Porciuncula
- Eu tinha vontade de fazer por gostar de música e por precisar às
vezes de um estúdio e não conseguir. Há mais de 10 anos sentia vontade de
fazer. Sempre achei interessante trabalhar com música, e há uns três anos vinha construindo e ainda não terminei tudo.
FDP - E o estúdio é em sua casa?
GP
- Sim, é
em cima da garagem daqui de casa.
FDP – Rolou um apoio ou foi na cara e na
coragem?
GP – Olha, eu lutei pra fazer
isso. Muitos profissionais me enrolaram e deixaram serviços maus feitos. Gastei
uma grana danada, entrei num estresse e ainda tenho me chateado com alguns
lances. Mas sem três amigos inseparáveis eu não terminaria isso. Nos
conhecemos desde ‘pivetão’, e temos uma banda juntos (Tallowah). Não
esperava que os caras fossem tão incríveis: Ivan (Busta Almeida), Meu irmão
Jonathas (Jack Ufo) e Edmílson (Misso Cunha). Te juro, só terminei por causa
deles.
![]() |
| Estúdio31 - Divulgação |
FDP - Quais
os estilos musicais que o estúdio pretende acolher?
GP
- Existe
uma dúvida, velho. Eu construí com a intenção de alugar para bandas de rock,
metal, reggae, e outros estilos voltados para o underground. E estou ainda com
essa intenção. Mas, tenho escutado vários conselhos e dicas de amigos que tem e
tiveram estúdio...
FDP - Eles te aconselham a ceder o espaço para
estilos variados pela questão do retorno financeiro?
GP
– Sim. Quando
você começa a construir a ideia é uma, você quer que só toque o som que você
gosta. Mas para terminar é uma pendenga. Você
termina e não tem como não se endividar.
FDP - E como está sendo a recepção das bandas? Já tá rolando uns ensaios?
GP
- Poxa, as
bandas que vieram amaram. Pois na verdade trabalhei com coisas de primeira.
Quem fez o trabalho da acústica foi o Luiz Carlos Araújo, que trabalha com isso
há mais de 20 anos. Ele fez estúdios famosos pra gente como Milton Nascimento,
Saulo Fernandes, Psirico, rádios em São Paulo...
![]() |
| George por Lenon Reis |
FDP – Vai ser possível fazer gravação também?
GP
- Ainda
não tenho como trabalhar com gravação. Mas a ideia é essa.
FDP - Quais as bandas que já estão ensaiando no
31?
GP
- A
Sbórnia Social (hardcore), Banda Palmares (reggae), Master of All (cover do
Metallica) e uma de Paripe chamada Cogumelos Podres (punk rock). Também
uns três rapazes fazendo Arrocha.
FDP - Planos para o futuro?
GP - Busta tá com uma ideia
legal. Assim que o estúdio estiver todo perfeito faremos uma rádio online, onde as bandas vão ensaiar e transmitiremos ao vivo, ou faremos uma página no
YouTube.
FDP - Pronto, pode vender seu peixe. Qual a
localização do estúdio? E quais os valores? Contatos...
GP
- O
estúdio fica após o final de linha de Plataforma, depois da Rua Chile, atrás do bar do Jessé. Pergunta no bar onde fica a casa de Jorge Fotógrafo. Lá no número 31 - origem do nome do estúdio.
Valores: 1 hora é R$15, 2h
é R$30 e 3h é R$40.
Telefones para
contato: (71) – 8747-2919 / 8351-7909 / 9348-4410 /
9913-6359
O blog deseja boa sorte e longa vida ao Estúdio31!
Marcadores:
Banda Palmares,
Cogumelos Podres,
Estúdio 31,
Sbórnia Social,
Tallowah
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
SESSÃO DO DESCARREGO: Sem Acordo
SEM ACORDO
xX HARDCORE Xx
_________
A FOME
SONHOS CONCRETOS
QUILOMBO CECÍLIA
SOB OS CAMINHOS DA INCERTEZA
EU TE AMO
PALAVRAS
IDEAL
DIREITO DE MATAR
GLOBALIZANDO A MORTE
JÁ BASTA!
SONHOS CONCRETOS
QUILOMBO CECÍLIA
SOB OS CAMINHOS DA INCERTEZA
EU TE AMO
PALAVRAS
IDEAL
DIREITO DE MATAR
GLOBALIZANDO A MORTE
JÁ BASTA!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
RESENHANDO: EP Engrenagem - Sbórnia Social
Engrenagem é o primeiro registro da banda de Hardcore soteropolitana, Sbórnia Social. O EP conta com sete músicas, além de uma faixa introdutória. O trio formado por Rafael Medeiros (guitarra e voz), Marília Melo (baixo) e Lenon Reis (bateria e voz), apresenta um som rápido, bem executado e sem firulas. Em alguns momentos chegam a flertar com outros estilos como o Grindcore e o Crossover, além de sons incidentais irônicos como o Samba. Desde a mudança que incluiu o nome (antes, Alienados do Subúrbio) e a presença de Marília, a Sbórnia Social vem propondo enxertos musicais que vão além da música Punk. As letras abordam o cotidiano, e são direcionadas para o cunho social, cultural e críticas ao comportamento humano. Destacam-se no EP Engrenagem, as músicas: Cultura de Massa, Trabalhadores Oprimidos e Monopólio - essa última com um ótimo refrão. Vale o destaque também para a arte da capa: Uma engrenagem mecânica e um indivíduo enforcado pela mesma - bela analogia com o sistema capitalista. No fim da audição do EP fica aquele gostinho de quero mais, que pode ser saciado nos diversos sons que a banda vem fazendo pela cidade. Pra quem curte Hardcore brasileiro tipo: Ratos de Porão, DFC, Ataque Periférico e Mukeka di Rato, Engrenagem é uma boa pedida.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
IMPRESSÕES SOBRE: Antes do Fim do Mundo
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| Antes do Fim do Mundo / Foto: Lenon Reis |
Segundo a cultura Maia, o mundo tem o seus dias contados até o próximo dia 21. Verdade ou não, a galera da Cidade Baixa resolveu antecipar as despedidas com a realização do som intitulado: Antes do Fim do Mundo. Anti-show estilo intervenção urbana, às margens da rua principal do Caminho de Areia. Do tipo, a galera passando nos carros e buzus sem entender o que se passava por ali.
A primeira atração da tarde, a KALMIA, chegou sem pedir licença nem desejar boa tarde pra ninguém. A falta de cerimônia talvez se justifique pela essência old school do trio, com sonoridade marcada pela levada D-beat e Thrash dos anos oitenta. Trata-se de uma banda nova, mas que possui em sua linha de frente o vocalista e guitarrista Diogo (Pingo), velho conhecido na cena punk de SSA. Covers de Anti-Cimex, Sodom, Armagedom e uma banda finlandesa daquelas que entender o nome depois de algumas cervejas é foda. Destaque para a música “Redes Sociais”, que rendeu comentário de um ‘engraçadinho’ no microfone: “Curtimos a canção, obrigado por compartilhar com a gente”, ironizou. Gostei muito do som.
Em seguida, outra pedrada hardcore. A SBÓRNIA SOCIAL assumiu a aparelhagem com a velocidade habitual, e quando muitos dos presentes foram se situar os jovens já estavam na terceira música. O repertório ficou meio espremido por conta dos atrasos no início do som, e por isso, as bandas tiveram de fazer adequações. Passaram as músicas do EP recém-lançado, o Engrenagem, mais algumas, e covers matadores que tiraram a galera do estado letárgico. Bonito ver a galera dividindo o microfone pra cantar junto sons clássicos como Botas, Fuzis e Capacetes, do Olho Seco.
![]() |
| Kalmia / Foto: Lenon Reis |
Interessante ver que alguns personagens de uma geração anterior não sucumbiram aos apelos da vida comum. É a impressão que sentimos quando temos a possibilidade de ver a apresentação de bandas como a TEDIUM VITAE. Banda das antigas, que teve várias formações, mas que agora se resume a uma dupla. Punk Rock clássico de Salvador, com toques de Distúrbio e Revolução Proletária. O Punk Rock não morreu.
A UNKILLED é uma banda nova, formado por pessoas novas, fazendo um som velho - mas em evidência. O grupo segue a linha Thrash / Crossover, e obedece bem a cartilha do estilo. Gostaria de destacar a performance elétrica do jovem baterista e os riffs trhasheiros do guitar. No entanto, os jovens precisam investir um pouco mais nos ensaios para não se perderem no meio das músicas e letras. No mais, a Unkilled é uma banda promissora.
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| Encontro de gerações / Foto: Lenon Reis |
Já era noite e os rumores indicavam para a não participação da GREDLOCKLOCORE no som. Isso, porque o baterista da banda não deu as caras. Em cima da hora conseguiram improvisar um batera (Pingo), e a partir de negociação com os donos do espaço, conseguiram tempo para tocar cinco músicas. A Gredlock é uma das sobras dos anos 90, e particularmente, a postura politicamente incorreta do grupo me agrada. A musicalidade tem algo que me lembra a finada Bosta Rala, só que sem os grinds. Som punk sujo, rasteiro, com uma base tosca convidando pra pogar na maciota. O vocalista Bujão é um capítulo a parte; figura mesmo.
O som terminou lá pelas 19h, e o único fator que poderia ser repensado é quanto à localização, tão próxima a uma via de grande circulação. Teve um carinha que deu altos sustos na galera por conta de seu estado etílico, ao bambear rente aos carros. Pra ele sim, o mundo quase acaba. Fora isso, foi lindo ver o rock interferindo na normalidade de um domingo à tarde.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
Clipe: Sbórnia Social - Cultura da Massa
Primeiro Videoclipe da banda de Hardcore Sbórnia Social!
Clip produzido pela Quem é Doido? Vídeos!
Banda: Sbórnia Social
Música: Cultura de massa
Integrantes: Rafael Medeiros (guitarra e voz), Marilia Melo (baixo), Lenon Reis (Bateria)
TÉCNICO
Direção e edição: Lenon reis
Fotografia: Lenon Reis, Marilia Melo
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
IMPRESSÕES SOBRE: Subúrbio Hardcore Attack
05 de agosto – Domingo ensolarado no subúrbio da capital baiana, e enquanto todo cidadão de bem estava aproveitando sua folga lá pelas praias de Tubarão e São Tomé, ou no cabaré de Orlando, o bando da Quem é Doido? propunha uma diferente opção. O aguardado Subúrbio Hardcore Attack, que apostou em uma divulgação ousada, tornara-se enfim uma realidade. De cara, confesso que fiquei surpreso com o local do som, discreto até para os transeuntes (como eu) da Avenida Afrânio Peixoto, a popular suburbana. Era como se aquele portão e a curta escadaria, num canto do Luso, nos transportassem para um mundo paralelo – o nosso mundo. Esquecendo esse papo de second life, vamos lá.
A banda Cogumelos Podres foi à primeira atração da tarde. Com um punk rock cheio de energia e acordes ramônicos, o quarteto paripense proporcionou algo que há tempos não se via no subúrbio - o surgimento de novas bandas neste estilo. Sangue novo fazendo som. Músicas convidativas para o pogo e refrões que grudam na cabeça são a tônica deste grupo composto por três caras e uma mina. Como toda banda nova que se preze, alguns covers foram devidamente executados. Alguns agradaram a galera, outros não. Destaque para o vocal da jovem.
Segunda atração da tarde, assim como no som do dia anterior em Simões Filho, a M.D.C. é a responsável pela catástrofe que se iniciaria a partir daqueles instantes. Definitivamente, não tem como dizer que o ambiente é o mesmo quando os caras começam a tocar. Ainda bem que o público notou isso, o que gerou uma bela comunhão. No som do dia anterior, senti a falta do contrabaixo (tocam sem), já em Plataforma acho que isso propiciou uma qualidade ímpar. Rolou espaço para um cover do Hutt. Destaco a ótima sincronia dos vocais, além do intrigante magnetismo entre Caio e o chão (o que gera um trocadilho supimpa). Pensei em resenhar a banda apenas com um sem comentários, mas preferi escrever essas linhas e resumir: do caralho.
Segunda atração da tarde, assim como no som do dia anterior em Simões Filho, a M.D.C. é a responsável pela catástrofe que se iniciaria a partir daqueles instantes. Definitivamente, não tem como dizer que o ambiente é o mesmo quando os caras começam a tocar. Ainda bem que o público notou isso, o que gerou uma bela comunhão. No som do dia anterior, senti a falta do contrabaixo (tocam sem), já em Plataforma acho que isso propiciou uma qualidade ímpar. Rolou espaço para um cover do Hutt. Destaco a ótima sincronia dos vocais, além do intrigante magnetismo entre Caio e o chão (o que gera um trocadilho supimpa). Pensei em resenhar a banda apenas com um sem comentários, mas preferi escrever essas linhas e resumir: do caralho.
Enquanto o público se refazia da apresentação anterior, a Ironbound tinha a responsabilidade de dar continuidade ao ritmo intenso do festival. No início, sentiu-se um ligeiro cansaço do público, mas nada que bons riffs e refrões não resolvessem. O som começou meio embolado, mas foi logo sanado pela galera que dava apoio. Tocaram as músicas dos EPs, mais alguns sons que estarão no próximo trabalho, além de covers de Slayer, Metallica e Motorhead. A esta altura ninguém mais fazia referência à palavra cansaço, e o stage dive seguia como uma atração à parte. Se o Atlético de Alagoinhas jogasse futebol como a Ironbound faz thrash / crossover, a dupla BA x VI teria graves problemas no Baianão.
Tocando praticamente no quintal de casa, a Sbórnia Social foi a seguinte a passar seu recado. Devido os constantes ensaios realizados para o já gravado EP da banda; Rafael, Lenon e Marília estão com uma pegada cada vez mais entrosada ao vivo. Uma música atrás da outra, sem muita conversa. Sons como Desde o Início e Cultura de Massa são as pistas para o material que será lançado em breve. Tocaram os mesmos covers da noite anterior em Simões, porém, Couch Slouch do DRI causou certa histeria no público.
O clima era de fim de festa quando a Theóryca (ex-Base Zero) começou a tocar. O grupo adota a linha melódica com letras bem cantadas por Rodrigo e com refrões em coro, bem diferente da linha das outras atrações. Porém, as músicas quebradas não ajudaram a segurar o público, que a esta altura deixava o recinto, com exceção de uma meia dúzia que balançava os esqueletos e cantava junto. O show seguiu morno até o fim.
Fim do 1° Subúrbio Hardcore Attack, mais uma iniciativa produzida na cara e na coragem baseada na cooperação dos chegados. Parabéns ao público presente, as bandas envolvidas, e a banquinha Crust or Die (rangos, cd’s, lp’s...).
Fotos: Quem é Doido? Vídeos.
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